Publicado por: eliasbonfim | Setembro 1, 2009

UFPR: Curso de Engenharia Química

UFPR: Curso de Engenharia Química

Engenharia Química a Serviço do Mercado

Você imagina quantos produtos são resultantes do trabalho do engenheiro químico? Quase tudo que nos cerca tem um pouco do trabalho desses profissionais. Borrachas, plásticos, detergentes, cloro, solventes, combustíveis, medicamentos e alimentos estão entre os produtos que antes de chegar ao mercado passam pelas mãos do engenheiro químico. “A Engenharia Química transforma a matéria-prima em produtos industriais e comerciais”, revela a coordenadora Arislete Dantas de Aquino.

O objetivo do curso de Engenharia Química da UFPR é capacitar profissionais para conceber, projetar, construir e operar equipamentos destinados a produzir, em escala industrial, os processos controlados de transformação da matéria em sua composição, estado físico e/ou conteúdo energético, levando em conta aspectos econômicos e ambientais. Além disso, o curso de Engenharia Química forma profissionais habilitados à área de gerência.

O currículo do curso oferece aos alunos conhecimentos básicos, profissionalizantes e de aprofundamento. Com o objetivo de proporcionar uma formação específica, o curso oferece disciplinas optativas em áreas que obedecem aos interesses estratégicos regionais e nacionais, tais como petróleo, alimentos, biotecnologia, materiais e processos químicos. Além das aulas teóricas e práticas, que integram o currículo de graduação, o aluno realiza estágios supervisionados, visando sua qualificação profissional. Após o término da graduação, o aluno pode optar por cursos de Especialização, de Mestrado e de Doutorado em Tecnologia de Alimentos, em Processos Biotecnológicos e em Processos Químicos e Térmicos.

O perfil do candidato ao curso envolve todos os requisitos das engenharias, como capacidade de lidar com conceitos teóricos, raciocínio abstrato e analítico, disciplina e dedicação aos estudos e atividades de laboratório. Também são qualidades recomendadas: adaptação a mudanças, capacidade de trabalhar em equipes multidisciplinares e de conduzir empreendimentos. Portanto, o conceito de cidadania deve fazer parte da personalidade do profissional. Este deve ter preocupação com o meio ambiente e habilidade para solucionar problemas atuais e futuros de interesse da sociedade.É importante que o aluno tenha um conhecimento de idiomas, pois assim, se manterá atualizado e, posteriormente, apto a exercer sua profissão no mercado de trabalho.

MERCADO DE TRABALHO

O profissional desta área pode atuar como engenheiro de processo, dentro de uma indústria do ramo, gerenciando a produção, aprimorando a eficiência dos equipamentos e instalações. Pode também, desenvolver atividades na área de Engenharia de Projetos, construindo instalações e especificando equipamentos na indústria química. Outra opção é a área de vendas técnicas de equipamentos e produtos específicos da indústria química, na assistência técnica industrial, na informática aplicada ao projeto e produção industrial e no controle e automação dos processos.

O engenheiro químico atua também na solução de diversos problemas relacionados com a defesa do meio ambiente, mediante o tratamento de resíduos industriais; na área de biotecnologia; fontes de energia; materiais cerâmicos; petroquímica; papel e celulose; processamento de alimentos e produtos de química fina. Outra área de trabalho é a representação de empresas junto a órgãos governamentais. Esses profissionais cuidam da obtenção de licenças, autorização de venda de produtos ou instalação de unidades, além de políticas de exportação e importação.

O curso de Engenharia Química da UFPR oferece uma vasta gama de possibilidades de trabalho. Podemos optar tanto pela área de projetos quanto pela área de produção; gerência ou chão de fábrica; equipamentos ou processos; pesquisa ou indústria. Durante os cinco anos de curso aprendemos a gerenciar equipes, desenvolver processos de produção, desenhar e operar equipamentos, controlar processos e zelar pelo meio ambiente.

PASSANDO A LIMPO

1. O engenheiro químico não fica rico. Mas possui retorno financeiro que permite sua estabilidade, conseguindo levar uma vida digna.

2. O mercado de trabalho não está fechado aos novos profissionais. As oportunidades existe para todos .

3. O recém-formado precisa estar aberto a ofertas de trabalho em outras cidades do Paraná e também em outros estados, pois há um bom mercado de trabalho fora de Curitiba.

Duração: 5 anos

Turno: Integral – Manhã e Tarde

Vagas: 88

Local: Politécnico

Fonte: Portal Educacional Dia-a-dia Educação

Publicado por: eliasbonfim | Setembro 1, 2009

UFPR: Curso de Engenharia Mecânica

UFPR: Curso de Engenharia Mecânica

Por Dentro da Máquina

Consegue imaginar o que seria da nossa vida sem as máquinas? Elas estão presentes em nosso cotidiano, seja para o transporte como na colheita e processamento dos alimentos, para gerar energia e bens de consumo diversos, que vão do vestuário a talheres. Quem está nos bastidores desta realidade é o engenheiro mecânico. É ele quem concebe e executa projetos de máquinas, equipamentos, instalações e sistemas mecânicos.

O objetivo do curso de Engenharia Mecânica da UFPR, segundo seu coordenador, Silvio Francisco Brunatto, é formar profissionais aptos a conceber, projetar, fabricar, fiscalizar e manter estruturas, máquinas e equipamentos, instalações industriais, meios de transporte, processos industriais e geração de energia, tais como motores de automóveis, turbinas, aviões e foguetes, ventiladores e geladeiras, compressores, caldeiras e elevadores. Tem ainda como meta, capacitar o estudante para gerenciar e projetar as correspondentes linhas de produção desses equipamentos.

Durante os dois primeiros anos do curso, o acadêmico tem contato com disciplinas básicas das áreas de Computação, Química, Física e Matemática; e, nos três últimos anos, com matérias profissionalizantes de engenharia. Tem como apoio para as aulas práticas, os laboratórios de computação, materiais, máquinas hidráulicas, máquinas térmicas, entre outros. Outra oportunidade que é ofertada ao estudante, para colocar em prática os conhecimentos adquiridos, são por meio de trabalhos de iniciação científica com professores, além de estágios em indústrias.

É importante que o aluno tenha uma boa formação para poder utilizar ferramentas como softwares específicos em que será necessário operá-lo corretamente introduzindo fatores de segurança e obtendo bons resultados.O perfil do acadêmico deve incluir facilidade com Matemática, habilidade com máquinas e motores, interesse pelas ciências, pelo funcionamento das coisas e também em construir coisas. Domínio do inglês e informática ajudam durante o curso e no mercado de trabalho.

Também é valorizado quem se mantém bem-informado sobre as novas tecnologias e processos de industrialização, seja por meio de leitura ou participando de cursos e palestras. A terça parte dos alunos que se formou no final do primeiro semestre de 2003 participou de um convênio internacional durante um ano do curso. Nesse período, cursaram disciplinas e fizeram estágio em indústrias na França e Estados Unidos.

MERCADO DE TRABALHO

A grande maioria dos alunos que concluem o curso está empregada. O Paraná está absorvendo com facilidade os profissionais formados pela UFPR: 30 alunos em média por semestre. Os recém-formandos encontram emprego no parque industrial da Região Metropolitana de Curitiba e também em empresas de consultoria, projetos e energia.

O engenheiro mecânico pode atuar como profissional liberal ou como funcionário em indústrias, companhias de energia elétrica e de petróleo, empresas de consultoria, institutos de pesquisa, instituições de ensino e nas Forças Armadas. A atividade é dirigida para o ramo metalmecânico, a indústria de máquinas, indústria de processos, de equipamentos industriais. Toda empresa que trabalha com máquinas necessita de um engenheiro mecânico.

PASSANDO A LIMPO

1. O engenheiro mecânico não é um profissional que só vai lidar com automóveis. Uma parcela bem pequena dos formados pelo curso vai atuar na indústria automobilística. O profissional vai trabalhar com instalações industriais, equipamentos e máquinas.

2. Mais um mito: engenheiro mecânico “mexe” com carros e motores. A palavra “mexer” aqui tem a conotação montar, desmontar e consertar, o que na verdade é tarefa de mecânico, não de engenheiro.

3. Os salários não são muito altos. O profissional terá um salário digno, conseguirá manter a família sem problemas financeiros.

Duração: 5 anos

Turno: Integral – Manhã e Tarde

Vagas: 88 (1º semestre: 44; 2º semestre: 44)

Local: Politécnico

Fonte: Portal Educacional Dia-a-dia Educação

Publicado por: eliasbonfim | Setembro 1, 2009

UFPR: Curso de Engenharia Industrial de Madeireira

UFPR: Curso de Engenharia  Industrial de Madeireira

Madeira no Processo Industrial

”Madeira, material superlativo, obra da engenharia da natureza, portanto, de fundamental importância para o conforto do ser humano. Nada mais significativo do que aliar o desenvolvimento da sociedade com o setor industrial madeireiro, que busca o equilíbrio com o meio ambiente ao aplicar a tecnologia na eficiente utilização da floresta e assim disponibilizar a maior quantidade de área destinada à própria conservação da natureza.

Para isso é essencial a presença do Engenheiro Industrial Madeireiro”, diz o coordenador do curso da UFPR, Humberto Klock. Com o propósito de transformar a madeira em produtos úteis para a sociedade, o curso de Engenharia Industrial Madeireira foi criado em 1998, recebeu a primeira turma em 1999 e não se confunde com Engenharia Florestal, pois vai trabalhar com a madeira no chão da fábrica. “O crescimento populacional e o próprio processo de globalização têm aumentado muito a demanda por produtos derivados da madeira e, conseqüentemente, a pressão sobre os recursos.

É necessário aplicar o conhecimento de forma organizada, para que os benefícios sejam maiores tanto do ponto de vista econômico como social”, explica o coordenador. O profissional de Engenharia Madeireira tem como tarefas conduzir e gerenciar indústrias madeireiras e desenvolver novas tecnologias e produtos nos seus mais importantes segmentos.

O currículo é estruturado em padrões modernos e voltado para a realidade do mercado da indústria madeireira nacional. Ainda em fase de reconhecimento pelo MEC, formará a primeira turma em 2004. “O objetivo da criação do curso foi suprir uma demanda de mercado, que requer profissionais qualificados e especializados em tecnologia e utilização de produtos de origem florestal”, diz o coordenador. Os alunos formados pela UFPR estarão aptos a otimizar a produção e reduzir custos.

MERCADO DE TRABALHO

A profissão é nova no Brasil e chega num momento de grandes investimentos no setor. O mercado de trabalho é bastante promissor, principalmente no sul do País. Além disso, há um mercado crescente voltado à exportação – a FAO – Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação prevê o crescimento do consumo de madeira roliça para fins industriais de 1,6 bilhões para 2,6 bilhões de metros cúbicos até 2010.

A instituição também prevê o aumento do consumo de madeira serrada de 456 milhões para 745 milhões de metros cúbicos, e a produção de painéis de madeira de 121 milhões para 313 milhões de metros cúbicos até 2010. Além de cuidar da maior floresta tropical do mundo – a Floresta Amazônica – e ampliar o recurso reflorestado, a saída, segundo o coordenador, está na aplicação e na inovação tecnológica. O setor madeireiro tem sido criativo, com a oferta de produtos manufaturados mais recentes como “MDF” (chapas de partículas de média densidade), “OSB” (chapa de partículas orientadas) e “LVL” (chapa de lâminas paralelas). Portanto, a Engenharia Industrial Madeireira é considerada uma carreira promissora.

PASSANDO A LIMPO

1. O profissional da área não terá dificuldades para conseguir emprego. Esse é um mito que envolve o curso devido à falta de informações.

2. Nos últimos cinco anos, toda a atividade que envolve o setor madeireiro tem registrado crescimento e, em conseqüência, o mercado de trabalho é promissor.

3. Após a formatura, o profissional não vai trabalhar em serraria.

4. A disciplina Introdução à Tecnologia da Madeira esclarece a atividade do profissional e abre um mundo de possibilidades de atuação.

Duração: 5 anos

Turno: Integral – Manhã e Tarde

Vagas: 60

Local: Jardim Botânico

Fonte: Portal Educacional Dia-a-dia Educação

Publicado por: eliasbonfim | Setembro 1, 2009

UFPR: Curso de Engenharia Florestal

UFPR: Curso de Engenharia Florestal

Responsáveis pela proteção e administração de recursos florestais usando conhecimentos de geoprocessamento, biometria, biologia, ecologia e de processos manufatureiros de produtos da floresta, os engenheiros florestais buscam conciliar a indústria e o meio ambiente com o mínimo de danos possíveis. “Aliamos a exploração à conservação”, diz o coordenador do curso de Engenharia Florestal da UFPR, Dimas Agostinho da Silva.Dessa forma, explica, “será utilizado o ecossistema de acordo com princípios sustentáveis”.

Formar profissionais capazes de proteger o meio ambiente, planejar, organizar e direcionar o uso de recursos florestais em benefício da sociedade são alguns dos principais objetivos do curso de Engenharia Florestal. Implantado na UFPR há 43 anos, possui um currículo composto por disciplinas básicas e profissionalizantes, além das disciplinas optativas, que permitem o direcionamento para as áreas de interesse.

Além das aulas teóricas, os alunos têm oportunidade de praticar os conhecimentos adquiridos, utilizando diversos laboratórios e três estações experimentais, onde são desenvolvidas aulas práticas e projetos de pesquisa. A Engenharia Florestal atrai pessoas que não se contentam apenas com gabinetes e laboratórios e, procuram trabalhos que reúnam tecnologia sofisticada com atividades ao ar livre.

Com relação à atuação profissional, o curso prepara o aluno para atuar em seis grandes áreas: Silvicultura, Proteção, Manejo, Conservação, Tecnologia de Produtos Florestais e Economia Florestal. Interesse pelas ciências, agilidade, capacidade de adaptação a novas situações, capacidade de organização e de solucionar problemas práticos, curiosidade, senso prático, gosto pela pesquisa, pelo trabalho ao ar livre e contato com a natureza compõem o perfil do candidato.

Também é preciso estar atento a detalhes, ser curioso, ter habilidade para trabalhar em equipe e demonstrar interesse por novas técnicas e tecnologias. Outras habilidades recomendadas são o domínio de ferramentas de computação, de inglês e manter-se atualizado por meio de eventos da área e publicações especializadas.

MERCADO DE TRABALHO

Os campos de atuação são diversos e vão desde a gestão ambiental até a produção industrial.O profissional dessa área pode trabalhar no setor público, em atividades técnicas e científicas, em instituições de pesquisa e extensão, magistério, institutos de proteção ambiental, prefeituras municipais e secretarias estaduais.

Na iniciativa privada pode desempenhar atividades profissionais em empresas de reflorestamento, indústrias madeireiras e moveleiras , celulose e de papel, projetos ambientais, auditorias para certificação ambiental, empresas de mineração e recuperação de áreas degradadas. O profissional também pode exercer a atividade em empresas de consultoria ou como consultores autônomos, além de organizações não governamentais dedicadas à preservação ambiental.

PASSANDO A LIMPO

1. À medida que a população aumenta, a floresta diminui. Quando a civilização entra em decadência, a floresta ressurge. No Rio Grande do Sul, por exemplo, a natureza está se recompondo na Região da Mata Atlântica, onde os habitantes saíram em busca de novas fronteiras agrícolas.

2. O engenheiro florestal também tem boa formação para atuar nas áreas de paisagismo e de jardinagem.

3. O engenheiro florestal trabalha na área de meio ambiente.

4. O mercado de trabalho na área de crédito de carbono será promissor em diversas profissões, inclusive para o engenheiro florestal. Será preciso reflorestar as áreas desmatadas e será preciso competência profissional.

5. O engenheiro florestal pode ser responsável por um ambiente melhor, utilizando o reflorestamento com espécies nativas, que devolve à natureza o que lhe foi tirado.

Duração: 5 anos

Turno: Integral – Manhã e Tarde

Vagas: 66

Local: Jardim Botânico

Fonte: Portal Educacional Dia-a-dia Educação

Publicado por: eliasbonfim | Setembro 1, 2009

UFPR: Curso de Engenharia Elétrica

UFPR: Curso de Engenharia Elétrica

Dedo na Tomada da Tecnologia

Você consegue imaginar como seria a sua vida sem a energia elétrica? Sem água gelada para beber ou água quente para o banho? Sem iluminação, computador, TV, rádio ou telefone? Toda essa tecnologia que registrou grandes avanços no último século continua em constante mutação e novas cabeças pensantes estão sendo formadas para trazer o futuro para os nossos dias. “Se James Maxwell – que desenvolveu a teoria do eletromagnetismo, previu a existência da radiação eletromagnética e descreveu a luz como uma onda eletromagnética – tivesse a chance de conhecer o estágio de desenvolvimento atual das telecomunicações, da informática, da comunicação via satélite e outros avanços do século XX, com certeza ficaria muito surpreso”, diz o coordenador do curso da UFPR, Horácio Tertuliano dos Santos Filho.

Lembrar do apagão, nem pensar. Foi difícil alterar as rotinas de vida e produção no período do racionamento de energia. Essa questão e uma infinidade de outras ligadas à criação de fontes alternativas de energia, planejamento de instalações elétricas de grandes pólos industriais, projeção de sistemas de automação de processos industriais e de controles para meios de transporte estão ligadas diretamente ao trabalho do engenheiro eletricista. “O papel social do engenheiro eletricista é muito grande. Privar a população de eletricidade é privar de conforto, de saúde, de bem-estar”, diz o coordenador.

De acordo com ele, a Engenharia Elétrica é uma das ciências que mais se desenvolvem no mundo e o profissional que atua nessa área está sempre vinculado ao progresso e ao desenvolvimento tecnológico. O curso de Engenharia Elétrica foi o primeiro criado no Paraná – há 35 anos. Seu aluno pode escolher dentre três habilitações: Eletrônica, Eletrotécnica e Telecomunicações.

Além das aulas teóricas, os acadêmicos têm oportunidade de colocar em prática os conhecimentos adquiridos em laboratório de informática, equipado com softwares para Engenharia Elétrica, e nos laboratórios práticos para o ensino de eletrotécnica e eletrônica.

Gostar de Matemática e Física e ter um grande poder de abstração são as qualidades fundamentais para o estudante de Engenharia Elétrica. Um dos cinco cursos mais concorridos da UFPR, boa base no ensino médio e fundamental não é problema para os futuros engenheiros eletricistas que, nos últimos anos, têm conquistado a maior pontuação do vestibular.

Também são desenvolvidos trabalhos de pesquisa, com a participação direta dos alunos e que já conquistaram prêmios em eventos nacionais e internacionais. A pesquisa estimula o trabalho em equipe e proporciona uma visão prática dos conceitos apresentados nas aulas teóricas.Para os formandos é oferecido o curso de Mestrado em Telecomunicações e Sistemas de Potência (Eletrotécnica).

MERCADO DE TRABALHO

O mercado de trabalho apesar de recessivo oferece boas oportunidades. O engenheiro eletricista pode assumir funções nas áreas de projetos, desenvolvimento, manutenção, administração e gerência em empresas privadas e estatais – centrais hidrelétricas, em telecomunicações (telefonia sem fio, rádio, televisão e outras formas de propagação de sinais).

Outro mercado em expansão para o profissional dessa área é o da informática, na qual se desenvolvem projetos em hardware e software, para diversos setores. O engenheiro eletricista pode também se dedicar à realização de pesquisas, junto a universidades e empresas, e trabalhar com projetos de consultoria elétrica.

PASSANDO A LIMPO

1. Não faltam vagas para o profissional no mercado de trabalho.

A recessão é sentida, mas o setor não conhece o desemprego.

Duração: 5 anos

Turno: Integral – Manhã e Tarde

Vagas: 88 (1º semestre: 44; 2º semestre: 44)

Local: Politécnico

Fonte: Portal Educacional Dia-a-dia Educação

Publicado por: eliasbonfim | Setembro 1, 2009

UFPR: Curso de Engenharia Civil

UFPR:  Curso de Engenharia Civil

A Arte do Concreto

Pense nas pirâmides do Egito e na quantidade de cálculos feitos para sua construção. Pense na mão-de-obra empregada, nos cuidados para evitar acidentes. Agora transporte tudo isso para os dias atuais. A tecnologia, a competitividade, o crescimento populacional, as exigências legais, o perfil do cliente e a escassez de recursos naturais, refletem em mudanças na área da Engenharia Civil.

Cabe ao engenheiro planejar e executar obras que atendam a essa demanda. Implantado em 1912, junto com a fundação da universidade, o curso de Engenharia Civil da UFPR é o mais antigo do Brasil.O objetivo do curso atende as necessidades do mercado: formar profissionais com flexibilidade e rapidez de decisão nas diferentes áreas de atuação da Engenharia Civil. Ao mesmo tempo, ele tem que ser crítico, reflexivo, humanista e generalista.“Durante sua atividade, o engenheiro civil deverá ser capaz de levar em consideração aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, em atendimento às demandas da sociedade”, diz o coordenador do curso Omar Sabbag Filho.

Aliando menores custos a melhores condições de segurança, os engenheiros civis transformam materiais brutos em estruturas úteis para o homem. Cabe a esse profissional a elaboração e coordenação de projetos, estudos, fiscalização e supervisão das atividades ligadas à construção de habitações, edifícios, aeroportos, estradas (rodovias e ferrovias), túneis, geração de energia, geotecnia, planejamento de obras e gerenciamento das mesmas.

O profissional pode atuar também na determinação dos locais, implantação das obras, formas de realização abrangendo desde o plano geral até detalhamentos técnicos. Além de executar projetos de engenharia, acompanha as obras do início à conclusão. Junto com os operários, deve conhecer os detalhes de cada etapa, subindo em altos edifícios em construção ou descendo à grande profundidade do solo.

Com base no projeto arquitetônico, o engenheiro prepara plantas e projetos complementares, determina as especificações do projeto e o estudo do solo e subsolo. Após calcular os efeitos dos desníveis do terreno, da pressão dos ventos e da mudança de temperatura sobre a resistência da construção, define e quantifica os materiais, os equipamentos necessários e a mão-de-obra. Para que o aluno seja formado dentro desse perfil estabelecido pelo curso, é ofertada uma formação teórica sólida, a partir da vivência concreta da Engenharia Civil.

Nos dois primeiros anos, são ministradas disciplinas que proporcionem um embasamento teórico e matemático, e nos três últimos anos do curso, as disciplinas de cunho profissionalizante, as quais pertencem aos departamentos de Construção Civil, Hidráulica e Saneamento, e Transportes. Há biblioteca atualizada, laboratórios bem-equipados, a oportunidade de estágio (obrigatório) e bolsas de monitoria, extensão, bolsa-trabalho e de iniciação científica. Para a conclusão do curso o estudante terá que cumprir um mínimo de disciplinas optativas, que estão diretamente relacionadas às três áreas das disciplinas profissionalizantes.

Habilidade para trabalhar em equipe, agilidade, capacidade de concentração, de tomada de decisão e de adaptação a novas situações são alguns dos requisitos ao candidato. Ele também deve se manter atento a detalhes, gostar de matemática e de pesquisa, ter interesse por novas tecnologias e manter-se sempre atualizado. A leitura de jornais, revistas e o domínio do inglês também facilita o estudo e, no futuro, o trabalho. É preciso também dominar ferramentas da computação para o desenvolvimento de projetos.

MERCADO DE TRABALHO

O engenheiro civil possui um amplo mercado de trabalho, em função de suas inúmeras atribuições.

A maior demanda de atuação do engenheiro civil provém de escritórios e empresas de construção, de materiais de construção e indústrias urbanas. No setor público, pode desenvolver inúmeras atividades ligadas ao saneamento, construção civil e transportes.

PASSANDO A LIMPO

1. A sensibilidade dos engenheiros civis, em sua maioria, é a do mercado e não a social, o que está sendo mudado no ambiente universitário.

2. O profissional é bom em cálculo. Os alunos saem da universidade bem preparados em raciocínio lógico.

Duração: 5 anos

Turno: Integral – Manhã e Tarde

Vagas: 176

Local: Politécnico

Fonte: Portal Educacional Dia-a-dia Educação

Publicado por: eliasbonfim | Setembro 1, 2009

UFPR: Curso de Engenharia Cartográfica

UFPR: Curso de Engenharia Cartográfica

Tecnologia nos Mapas

Quem pensa que o planeta Terra é o limite para o trabalho do engenheiro cartógrafo está enganado. A tecnologia que envolve esse especialista em mapas já está no espaço, em comunicação via satélite, processamento de imagem e outras formas de informação. Planejar e orientar a execução de projetos de mapeamento aplicados ao meio ambiente, gestão urbana, turismo, dentre outros, são tarefas do engenheiro cartógrafo.

Cabe a este profissional, do campo da Engenharia, dominar as novas geotecnologias para produzir informações espacialmente referen-ciadas com mais precisão e atualidade. O cartógrafo é um profissional multidisciplinar, pois agrega toda sorte de dados com a finalidade de transformá-los em informação útil e representável por meio de mapas.

“Com o avanço tecnológico, a Cartografia vem se tornando uma ciência que apóia a tomada de decisões técnicas no planejamento urbano, regional e ambiental. Para representar os fenômenos que ocorrem no espaço geográfico (enchentes, deslizamentos de terra, desmatamentos, infra-estrutura urbana etc.) é necessário mapas em meio digital, que possam apresentar a informação de forma lógica e fidedigna.

A Cartografia é a base de qualquer anteprojeto de Engenharia”, diz o coordenador do curso de Engenharia Cartográfica da UFPR, Alzir Felippe Buffara Antunes. Representar parte da superfície terrestre é fundamental à estruturação de políticas de desenvolvimento sustentável. “As geotecnologias – posicionamento por satélite, processamento de imagens, fotografias aéreas, geoprocessamento – permitem a obtenção de dados espaciais de forma rápida e dinâmica, possibilitando uma cartografia bem mais abrangente que outrora, pois participa de todas as etapas de elaboração do mapa, como a coleta de dados, processamento e representação gráfica”, explica. Segundo ele, aplicações baseadas em mapas digitais permitem posicionar e monitorar os objetos presentes no mapa. Acidentes e incidentes podem ser controlados dessa forma.

“Em centros avançados, o controle da criminalidade passa pelo monitoramento dinâmico das viaturas policiais, a forma mais rápida de se chegar ao local do crime. A Cartografia é base destes sistemas automatizados de controle de fenômenos, denominados geoprocessamento ou SIGSistema de Informação Geográfica”, explica. Ter afinidade com matemática, informática e ciências ambientais deve fazer parte do perfil do acadêmico. Há disciplinas de formação básica e geral que aperfeiçoam a capacidade de abstração, o raciocínio matemático, físico e computacional, além de disciplinas de formação profissional geral e específica. Além de aulas teóricas e de campo, são realizadas atividades práticas em laboratórios, como os de Fotografia e Fotogrametria, Sensoriamento Remoto (imagens de satélite), Cartografia, Geodésia Espacial e Topografia Informatizada.

O curso de Engenharia Cartográfica existe desde 1977 na UFPR e vem se modernizando continuamente a fim de atender às necessidades do mercado, reestruturando os seus laboratórios e capacitando seu corpo docente.

MERCADO DE TRABALHO

O campo de trabalho do cartógrafo aumentou nos últimos anos. Empresas públicas e privadas de engenharia buscam informações cartográficas a fim de aplicar no seu campo de trabalho. Além disso, o cartógrafo é o profissional habilitado para trabalhar com as ciências afins, tais como posicionamento geodésico por satélites (GPS), sensoriamento remoto (processamento de imagens de satélite), aerofotogrametria; geoprocessamento e cartografia temática (elaboração de mapas ambientais).

PASSANDO A LIMPO

1. O engenheiro cartógrafo não cuida apenas de mapas. O cartógrafo é um profissional multidisciplinar capaz de atuar na coleta, processamento e representação de informações da superfície terrestre.

2. Não falta trabalho para o engenheiro cartógrafo já que o mercado de trabalho para a profissão só tende a crescer no país, tendo em vista o avanço tecnológico.

Duração: 5 anos

Turno: Integral – Manhã e Tarde

Vagas: 44

Local: Politécnico

Fonte: Portal Educacional Dia-a-dia Educação

Publicado por: eliasbonfim | Agosto 31, 2009

Entrevista com o professor Allan

Formação Solidária: Como conheceu a Formação Solidária ?

Professor Allan: Primeiramente através de pesquisas pela internet, na época em que era o Coordenador de Matemática do Curso Conexão, da UTFPR … vi que tinha um conhecido no projeto, o Professor Azeitona de Física, me coloquei a disposição. Fui convidado e agora estou aqui.

FS: Qual é a sua formação e quanto tempo participa do projeto?

Apesar de professor de Matemática, sou graduado em Engenharia de Produção Civil, pela UTFPR. Estou engajado neste projeto desde o início de 2008, quando fui convidado pelo Professor Azeitona e o Professor Victor, antigo coordenador pedagógico. Fico feliz em saber que, de certa forma, fiz e faço parte da transformação que o Curso Solidário passou no último ano.

FS: Quais são as suas expectativas e o que te motiva a dedicar parte do seu tempo para contribuir com o conhecimento e crescimento de outras pessoas?

Minha maior motivação é saber que uso o maior dom que Deus me deu Ajudando pessoas que precisam e estão realmente interessadas. A maior expectativa de um professor de pré-vestibular é saber que você pode, minimamente, fazer a diferença na vida de cada aluno, mesmo sem obter

nenhuma recompensa financeira, que é o nosso caso.

FS: O que sente quando fica sabendo que as pessoas que você ajudou ao longo do ano, conseguem alcançar o objetivo principal, no caso à aprovação no vestibular?

Me sinto como um pai vendo suas crianças andando pelas próprias pernas sem ter que ficar segurando pela mão. Durante o ano, nós damos vários conselhos, dicas e orientações, exatamente como fazemos com nossos filhos, mas ao perceber que eles concordaram com pelo menos uma delas, tenho a sensação do dever cumprido, deter feito a diferença na vida de cada um deles.

FS: Que mensagem você deixaria para os alunos do Cursinho Solidário e as pessoas que pretendem participar do curso em 2010?

Aos meus queridos alunos deixo o sentimento de que vocês devem aproveitar cada momento deste ano letivo, a maioria de vocês está tendo uma oportunidade única, desfrutar de uma fantástica equipe de professores, que não deixa absolutamente nada a desejar em relação aos nosso grandes concorrentes, que a cada noite dispõe um pouco do deu tempo para compartilhar um pouco da experiência com vocês. E peço que vocês não sejam o diferencial do vestibular, mas que vocês FAÇAM a diferença no dia 15 de novembro.

Aos que chegarão em 2010, podem ter certeza que vão encontrar um curso muito mais dedicado, desenvolvido e não menos compromissado com o sucesso do nosso maior incentivador, você aluno.

Allan Niels

Coordenador Pedagógico

Curso Solidário

allan@formacaosolidaria.org.br

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Publicado por: eliasbonfim | Agosto 31, 2009

Entrevista com a professora Elisa

Formação Solidária: Como conheceu a Formação Solidária ?

Professora Elisa: Através da televisão (reportagem da RPC)

Qual é a sua formação e quanto tempo participa do projeto ?

Sou graduada em licenciatura português espanhol pela UFPR. Estou cursando curso de especialização pela UTFPR em ensino de LEM.

Quais são as suas expectativas e o que te motiva a dedicar parte do seu tempo para contribuir com o conhecimento e crescimento de outras pessoas ?

Primeiro, porque eu acredito que, ensinando também aprendo e, assim, renovo meus conhecimentos. Segundo, acredito que dessa maneira ajudo as pessoas a terem a oportunidade de melhorar suas vidas. É uma maneira de retribuir à sociedade as chances que eu tive e passar para frente esta mesma chance para que de, alguma forma, por menor que seja, eu faça a minha parte para um mundo melhor.

O que sente quando fica sabendo que as pessoas que você ajudou ao longo do ano, conseguem alcançar o objetivo principal, no caso à aprovação no vestibular ?

Me sinto recompensada, pois o trabalho valeu a pena e eu pude realmente ajudar alguém.

Que mensagem você deixaria para os alunos do Cursinho Solidário e as pessoas que pretendem participar do curso em 2010 ?

Primeiro, que os admiro muito, pois sei que muitos trabalham, têm família, alguns já são mais velhos e mesmo com todas as adversidades, eles vem para o cursinho, estudam, esforçam-se para tentar melhorar de vida. Segundo, que não desistam nunca e que se esforcem sempre !!
Obrigada

Professora Elisa
eliasa.espanhol@formacaosolidaria.org.br

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Publicado por: eliasbonfim | Agosto 31, 2009

Entrevista com o professor Roberto

Formação Solidária: Como o senhor conheceu a Formação Solidária ?

Prof. Roberto: Fui convidado a fazer parte da Formaçâo Solidária através de um convite do atual Coordenador Pedagógico; o prof. Allan Niels.

Qual é a sua formação e quanto tempo participa do projeto ?

Sou professor há um ano e meio da disciplina de Química.

Quais são as suas expectativas e o que te motiva a dedicar parte do Seu  tempo para contribuir com o conhecimento e crescimento de outras pessoas ?

Transformar o Brasil num país mais justo. Facilitando o acesso dos alunos ao ensino superior.

O que sente quando fica sabendo que as pessoas que você ajudou ao longo do ano alcançar o objetivo principal, no caso à aprovação no  vestibular?

Sinto que cumprimos nosso papel. Ajudamos mais um estudante a alcançar um objetivo seu.

Que mensagem você deixaria para os alunos do Cursinho Solidário e as pessoas que pretendem participar do curso em 2010?

Que eles entrem com vontade, pois nós professores da Formação Solidária estaremos com eles em busca de seu tâo sonhado obietivo.
Forte abraço a todos !!

Prof. Roberto
roberto@formacaosolidaria.org.br

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